Seu PGR passaria em uma perícia hoje? 5 erros técnicos comuns em documentos de SST que expõem o RH
Para muitos gestores de RH, o Programa de Gerenciamento de Riscos (PGR) e o PCMSO são vistos como “caixas pretas”: documentos técnicos complexos, repletos de siglas e normas, que muitas vezes são aceitos e arquivados sem uma conferência profunda. A confiança no prestador de serviço é total.
No entanto, o problema surge quando esse documento precisa sair da gaveta para enfrentar a realidade: uma fiscalização do Ministério do Trabalho ou, pior, uma perícia judicial. É nesse momento que o RH descobre que ter um “papel assinado” é muito diferente de ter uma defesa técnica sólida.
Abaixo, listamos os 5 erros mais comuns que encontramos em auditorias e que deixam as empresas vulneráveis.
1. Inconsistência entre o Documento e a Realidade
O erro mais clássico é o “copia e cola”. O documento descreve riscos que não existem na unidade ou, pior, ignora riscos evidentes que o perito identifica em 5 minutos de caminhada pela empresa. Se o PGR diz que não há ruído, mas o perito mede 90dB, sua defesa jurídica desmorona instantaneamente.
2. Medidas de Controle Genéricas
Um PGR que se limita a dizer “uso de EPI obrigatório” é um documento fraco. A norma exige uma hierarquia de controles. O documento deve especificar qual EPI, qual o CA (Certificado de Aprovação), qual a periodicidade de troca e, principalmente, quais medidas de engenharia foram tentadas antes.
3. Desconexão entre Engenharia (PGR) e Medicina (PCMSO)
Estes dois documentos devem “falar a mesma língua”. Se o PGR identifica um risco químico, o PCMSO obrigatoriamente deve prever os exames complementares para monitorar esse risco. Quando os documentos são feitos de forma isolada, as contradições tornam-se provas de negligência em um processo trabalhista.
4. Falta de Cronograma e Plano de Ação Dinâmico
O PGR não é um documento estático (como era o antigo PPRA). Ele é um processo de gestão. Um PGR sem um plano de ação com datas, responsáveis e status de execução é apenas um inventário de problemas, e não um programa de gerenciamento.
5. Contradições com o eSocial (Evento S-2240)
Hoje, a fiscalização é digital. Se a informação enviada ao eSocial no evento S-2240 não for o reflexo exato do que está no seu Inventário de Riscos do PGR, o sistema do governo cruza os dados automaticamente. Divergências aqui são o caminho mais rápido para multas administrativas.
O Risco da “Confiança Cega”
O Gerente de RH não precisa ser um engenheiro de segurança, mas ele precisa de uma curadoria técnica em que possa confiar. Aceitar um documento apenas pelo preço ou pela marca do prestador, sem uma auditoria de qualidade, é como assinar um contrato sem ler as letras miúdas.
Em uma perícia judicial, o juiz não quer saber se você “tem o documento”; ele quer saber se o documento é tecnicamente íntegro.
A Diferença Contrei: Curadoria e Autoridade Técnica
Na Contrei, entendemos que nossa missão é blindar o seu RH. Por isso, nossa entrega vai muito além de gerar um PDF:
- Corpo Técnico de Elite: Nossos documentos são elaborados e revisados por Engenheiros de Segurança e Médicos do Trabalho titulados (ANAMT/ABHO/ABERGO).
- Curadoria Técnica: Fazemos um “pente-fino” para garantir que a descrição dos riscos no campo bata exatamente com o que está no papel e no eSocial.
- Visão Estratégica: Transformamos a burocracia em indicadores. Com nossa Plataforma BI, você enxerga o status do seu plano de ação em tempo real.
Não espere uma perícia para descobrir se sua gestão de SST é sólida.
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